Seu cliente pergunta. A resposta sai com a informação da sua operação dentro.
Assistente treinado na sua base e ligado ao sistema onde a resposta vive: pedido, estoque, agenda, contrato. Ele atende o cliente final no WhatsApp e no site, resolve o repetitivo e chama uma pessoa quando o assunto pede.
O que entra aqui
Dois tipos de conversa, e os dois costumam acabar no mesmo lugar: alguém da equipe copiando e colando a mesma resposta pela décima vez no dia.
Dúvida, pedido e status
Onde está o pedido, quanto custa o frete, aceita troca, tem no estoque, que horas abre. O assistente consulta o sistema e responde o caso concreto, não o genérico.
Problema técnico e de produto
O cliente descreve o que aconteceu, manda o print, diz o modelo. O assistente reconhece o assunto, busca o procedimento certo na base e só escala quando falta informação que só a equipe tem.
O que muda na prática
A madrugada deixa de ser um buraco
Quem pergunta às 22h recebe resposta às 22h. Quem pergunta no domingo recebe no domingo. A diferença entre comprar de você e comprar do concorrente costuma ser essa.
A resposta é a do seu melhor atendente
A base é escrita a partir do que a sua equipe já responde e já sabe fazer. O assistente repete o seu procedimento, com o seu prazo e a sua política, e não improvisa em cima do que não sabe.
O repetido sai da fila
Metade dos chamados é a mesma meia dúzia de assuntos. Quando eles deixam de chegar, a equipe atende melhor o que exige gente, e o tempo de resposta cai sem contratar ninguém.
Como funciona
Quatro etapas, na ordem em que elas resolvem. Pular a primeira é o erro mais comum, e o mais caro.
A base sai do que já existe
Conversas antigas, artigos, manual, política interna. O material é reduzido a verbetes por assunto, com o caminho dentro. O que falta vira lista de pendências, e não resposta inventada.
Ligamos onde a informação vive
Sistema de pedidos, agenda, estoque, CRM, helpdesk. Sem essa ligação, o assistente só sabe o que é público — e o cliente já sabia disso antes de perguntar.
A regra de passar para humano
Reclamação, cancelamento, valores acima de um limite, cliente irritado, assunto fora da base. Cada uma dessas situações tem um destino, e o assistente não decide sozinho o que fazer com elas.
Medimos o que aconteceu
Quantos chamados chegaram, quantos o assistente resolveu, quantos foram escalados, qual nota a equipe deu a cada resposta. O relatório é mensal e aberto, com as falhas nomeadas.
Faz sentido para você se…
- O WhatsApp virou o principal canal de atendimento e a fila não para de crescer.
- A equipe responde dezenas de vezes por dia o que já está escrito em algum lugar.
- Cliente reclama de demora, e boa parte das conversas chega fora do horário comercial.
- Você tem procedimento e política definidos, mesmo que estejam espalhados.
Não faz sentido se…
- O que você quer é um robô de menu, com "digite 1 para vendas". Isso é mais barato e a gente não faz.
- Não existe nenhum registro do que a equipe responde, e ninguém tem tempo de levantar isso.
- O atendimento é feito por uma pessoa só, com volume baixo e sem previsão de crescer.
Como se começa
Toda entrega nossa começa pela mesma coisa: a medição dos seus chamados. Duas semanas de trabalho sobre os últimos 30 dias de conversas, ou uma amostra dos tickets encerrados, e você recebe tempo de resposta, assuntos que se repetem, quantos ficaram sem resposta e quais desses assuntos já têm resposta escrita em algum lugar.
Com esse retrato na mão, a decisão de automatizar deixa de ser aposta. E se o número mostrar que não compensa, você fica com o retrato e não contrata nada.
Começar pela conversaPerguntas que aparecem sempre
Preciso trocar o meu número de WhatsApp?
Não. O assistente entra no número que você já usa, com o histórico e os contatos que existem hoje. Se você usa a API oficial, a configuração é feita do nosso lado.
E quando o assistente não sabe responder?
Ele chama uma pessoa e entrega a conversa com o contexto. Toda resposta sem base é registrada, e vira pauta de correção na revisão da semana. É assim que a cobertura sobe sem inventar.
Funciona em outro canal além do WhatsApp?
Sim. Site, chat interno, e-mail e redes sociais usam o mesmo motor e a mesma base. O WhatsApp costuma ser onde o volume está, e por isso é por onde se começa.
Quanto tempo leva até estar no ar?
A primeira versão fica de pé em duas a quatro semanas, com um escopo pequeno: os assuntos mais frequentes da operação. O resto entra depois, com o que o uso real mostrar.
Se a sua dúvida é sobre suporte interno, com equipe de helpdesk, é o Copiloto N1. Se é sobre responder lead e fechar venda, é o primeiro contato comercial.
Vamos medir
o seu atendimento?
Em uma conversa de 30 minutos a gente vê o que a sua equipe responde todos os dias, onde estão essas respostas e o que dá para automatizar. Sem custo e sem compromisso.
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