Quatro degraus, e você só sobe quando o anterior mostra número.
Nenhum projeto começa com a ferramenta. Começa com uma medição: saber o que a sua equipe faz hoje, quanto custa e o que já está escrito em algum lugar. É o que separa automação de enfeite.
Conversa inicial
30 minutos · sem custo
A gente ouve como o atendimento funciona hoje: quem responde, em que canal, o que se repete e onde trava. Serve para eu dizer se faz sentido seguir e por onde começar. Se não fizer sentido, digo na hora.
O que você recebe
Uma resposta honesta sobre o seu caso.
Diagnóstico
2 semanas de trabalho
Aqui a medição acontece. Lemos os últimos 30 dias de conversas ou os chamados já encerrados, e transformamos isso em número: o que se repete, quanto tempo leva a primeira resposta, quantas perguntas ficaram sem resposta, quais assuntos voltam toda semana e onde a base tem buraco.
O que você recebe
20 respostas prontas ao lado das dos seus analistas, o mapa das lacunas e a linha de base dos números. Preço fechado, abatido do piloto se você seguir.
Piloto em produção
4 a 8 semanas
A base é organizada — um verbete por assunto, com o caminho dentro — e o assistente entra no ar ligado ao sistema onde a resposta vive: helpdesk, WhatsApp, CRM, banco de dados. Começa pequeno, no escopo que o diagnóstico mostrou.
O que você recebe
O antes e o depois medidos, com escopo e horas definidos em proposta.
Operação assistida
mensal
Depois de entrar no ar, o trabalho é manter. A base é revisada, o que falha ganha nome e causa, e a qualidade é acompanhada resposta por resposta por quem usa. O assistente deixa de ser projeto e passa a fazer parte da operação.
O que você recebe
Relatório mensal com os três números — escalonamento, aproveitamento e tempo até produzir — incluindo o que falhou.
Não há tabela de preços no site, e o motivo não é esconder o número. O escopo define o valor, e o escopo só é conhecido depois do diagnóstico. O que existe é uma proposta escrita, com entregável, prazo e valor, antes de qualquer trabalho começar.
O que faz o preço variar
Quatro coisas, e nenhuma delas é o tamanho da empresa. Se alguém te cobrar por "número de usuários", desconfia: o problema não é esse.
Quantos assuntos a base cobre
Responder horário e endereço é um projeto. Responder status de pedido, troca, prazo por região e exceção de contrato é outro.
Quantas integrações entram
Cada sistema consultado é trabalho de engenharia que se faz uma vez e se mantém depois.
Quantos canais
O primeiro canal custa mais; os seguintes reaproveitam quase tudo.
Quem mantém a base
Sem revisão, o assistente envelhece em três meses: preço muda, produto sai de linha e a resposta certa vira errada em silêncio.
O trabalho que ninguém vê
Três coisas decidem se o assistente serve ou enfeita, e as três acontecem antes de ele responder a primeira mensagem.
- A base com o caminho dentro. Um verbete por assunto, com o menu, o campo, a condição e a prova de onde aquilo veio. Verbete que não passa no crivo é refeito, nunca corrigido à mão para parecer que passou.
- A ligação com o sistema. Sem isso, o assistente só sabe o que é público, e o que é público o cliente já encontrou sozinho antes de perguntar.
- A medição por quem usa. Cada resposta é avaliada pelo analista que a usou. Sem esse número, não existe antes e depois — existe opinião.
O que não está no pacote
- · Não vendemos licença para você configurar sozinho. Quando o cliente monta, a base fica pela metade.
- · Não prometemos resolução automática sem humano. O que a gente entrega é o rascunho medido.
- · Não competimos com o assistente gratuito de FAQ. Ele responde o que é público; nós respondemos o que está dentro do seu sistema.
Vamos medir
o seu atendimento?
Em uma conversa de 30 minutos a gente vê o que a sua equipe responde todos os dias, onde estão essas respostas e o que dá para automatizar. Sem custo e sem compromisso.
Primeira conversa sem custo · Diagnóstico com preço fechado, abatido do piloto · Humano assume quando precisa